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Goiânia, 16 de setembro de 2008 - No primeiro dia da Conferência Internacional dos Confinadores, a economista María Cecilia López apresentou dados sobre a produção intensiva da Argentina. Segundo a palestrante, o País está dividido em cinco principais regiões produtivas: Pampeana (que concentra cerca de 57% da produção nacional de alimentos), NEA (25% da produção), NOA (7%), Semiárida (8%) e Patagônica (3%). “O sistema básico de produção é o pastoreio direto, a campo. Mas o confinamento tem se tornado cada vez mais comum”, explicou a economista. Entre as vantagens do sistema intensivo, María Cecilia Lopez destacou a preservação do pasto e a influência sobre a qualidade da carne. “O objetivo maior é compensar as deficiências encontradas no sistema de produção à pasto”, completou. Segundo a palestrante, o confinamento argentino, mais conhecido como feedlot, se divide entre Professional, que é bastante utilizado na terminação do rebanho de terceiros, e Ocasional, geralmente aplicado na engorda dos animais da própria fazenda. Outro ganho com a prática do confinamento é o menor tempo para engorda dos animais e a maior conversão de alimento em massa corporal. Sobre os custos, María Cecília esclareceu que, na Argentina, os principais gastos do confinamento são com alimentação e controle sanitário, seguidos por investimento em mão-de-obra, administração e orientação técnica. A palestrante afirmou que, para maior controle dos gastos, é importante que o pecuarista esteja atento aos preços dos grãos usados na alimentação diária dos animais. “Quanto maior for a importância do agronegócio, maior será a importância do confinamento na Argentina”, garantiu a economista. Atendimento à Imprensa: |
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