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O segundo dia da 1ª Conferência Internacional de Confinadores (InterConf) começou com uma coletiva de imprensa concedida pelo presidente da Assocon (Associação Nacional dos Confinadores), Ricardo Merola. Também participaram o diretor operacional Juan Lebron e o diretor executivo da entidade Fábio Dias. Entre os jornalistas participantes, estavam profissionais das revistas Panorama Rural, Terraviva, Feed and Food, AG Leilões e Globo Rural, do jornal Valor Econômico e da Agência Safras. Diversos outros veículos de imprensa já passaram pelo evento, que reúne 1.000 pecuaristas em Goiânia (GO). No encontro, os diretores e o presidente da Assocon analisaram a importância da Conferência e traçaram perspectivas sobre o mercado da carne. “Estamos reunidos com os responsáveis por mais de 40% dos abates bovinos do País. Estamos com um público selecionado, que tem um faturamento de cerca de R$ 2 bilhões”, comemorou Fábio Dias, para quem a InterConf é uma nova plataforma de negócios. Outros temas abordados foram a importância do confinamento para o Brasil como ferramenta para garantir o abastecimento de carne. Segundo o presidente da Assocon, o histórico da pecuária intensiva na pecuária nacional está diretamente ligado ao avanço do agronegócio. “O confinamento só surgiu no Brasil quando nos tornamos uma potência agrícola”, resgatou Ricardo Merola. Atendimento à Imprensa: |
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