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Além de Londrina (PR), o encontro percorrerá nos próximos seis meses importantes praças de pecuária de corte do País. Na programação: Uberlândia (MG), Goiânia (GO), São Paulo (SP), Cuiabá (MT), Campo Grande (MS) e Ribeirão Preto (SP). Idealizado pela Associação Nacional dos Confinadores (Assocon), entidade que representa 25% da força do confinamento no País (549 mil cabeças de gado em 2008) e a FCStone, consultoria especializada em gerenciamento de risco em commodities, o 1º Encontro sobre Gestão de Risco para Pecuária abre sua programação com a apresentação do ciclo de palestras sobre “ Análise do Cenário Atual do Mercado de Carnes e Bovinos: Tendências, Riscos e Oportunidades” , dia 26 de março, a partir das 9h45, no Hotel Blue Tree Premium, em Londrina (PR). Na ocasião o consultor em gerenciamento de risco da FCStone, Guilherme Favieri, fará uma apresentação geral sobre as tendências do mercado mundial da carne bovina e seus derivados e os reflexos no comportamento dos preços no âmbito interno. Segundo Favieri, em momentos de crise e alta volatilidade das operações financeiras, a estratégia para o pecuarista minimizar seus riscos é repassá-los de maneira integral ao mercado. “A estratégia que a FCStone recomenda é gestão eficiente de riscos”, define o especialista. Na sequência, a também consultora em gerenciamento de risco da FC Stone, Maria Paula Valente, ministra palestra com tema “ Como aplicar estratégias de Gestão de Risco - Estudo de caso” (estratégias de hedge para confinamentos) , onde serão apresentadas as ferramentas de gestão econômica para confinamentos e suas vantagens para garantir o retorno de capital investido na produção em momentos de volatilidade de preços. Paula Valente fará ainda uma apresentação sobre “ Planejamento, execução e monitoramento: Programa Integrado de Gerenciamento de Risco (IRMP)” , pacote de serviços que integra informação privilegiada sobre mercado financeiro, consultoria especializada para planejamento comercial da fazenda e gestão de risco em commodities. Na visão da palestrante, o encontro será de suma importância para que o pecuarista conheça as ferramentas de gestão de risco necessárias para alcançar a rentabilidade em seu negócio. “A volatilidade do preço do boi gordo aumentou substancialmente nos últimos anos. O pecuarista confinador não pode apenas preocupar-se com o sistema de produção e engorda de bovinos, e sim, atentar-se para a viabilidade financeira da atividade. A decisão do momento de compra de insumos e de venda do boi gordo pode ser crucial para garantia das margens de lucratividade”, explica. Para Juan Lebrón, diretor executivo da Assocon, o principal objetivo desse evento é entender às necessidades dos produtores de cada região a fim de tornar mais efetivo o trabalho que envolve a prestação de serviços da Assocon aos pecuaristas, sejam eles associados ou não. "Como o Brasil é um país com realidades muito diferentes no que se refere à dinâmica da produção agrícola, em algumas regiões, por exemplo, a oferta de insumos para uma determinada necessidade do confinamento é mais, ou menos abundante do que em outras. Por esses motivos, conhecer essas particularidades é fundamental para o aumento da eficiência produtiva do confinamento no futuro", argumenta. Serviço: Atendimento à Imprensa: |
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