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Para encerrar a programação da 2ª Conferência Internacional de Confinadores (Interconf), a Associação Nacional dos Confinadores (Assocon) reuniu no campus da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Goiânia (UFG), cerca de 200 convidados, na maioria confinadores, para conhecer o confinamento experimental montado no Campus Samambaia. Sob a coordenação do professor Juliano Fernandes o confinamento modelo da UFG é administrado pela equipe de alunos de graduação e pós-graduação da universidade nos cursos de ciências agrárias. Ao todo são 7,5m lineares de cocho e um reservatório de água com capacidade para 20.000 litros que atendem um rebanho de 128 cabeças de gado que estão confinados desde o último dia 31 de agosto, em 16 cochos de 77m2 (oito por piquete). De acordo com o Prof. Dr. de Medicina Veterinária da UFG, uma vez por dia é oferecida aos animais dieta com 90% de matéria seca. “São nutrientes como: bagaço de cana in natura e casca de soja, que representam 60% da alimentação, além de farelo de soja, milho moído, uréia, caroço de algodão, melaço e núcleo mineral”, explica. Além de promover uma oportunidade de iniciação científica aos alunos de pós graduação, o confinamento experimental também busca oferecer conhecimento prático sobre o conteúdo ministrado nas salas de aula às centenas de alunos dos cursos de medicina veterinária, zootecnia e engenharia agrônoma que se formam todos os anos. Ainda mais em um estado como Goiás que mantém um rebanho com mais de 1 milhão de cabeças de gado em confinamento. “Pretendemos também no futuro fazer parcerias com empresas públicas e privadas para atender demandas específicas”, finaliza. Atendimento à Imprensa: |
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