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Boa tarde,

Em nome da Associação Nacional da Pecuária Intensiva (Assocon), informamos que ao contrário do que disse a convidada do programa do dia 10.10, Bruna Lombardi, a pecuária bovina brasileira não usa hormônios para a produção de carne. A legislação brasileira restringe o uso de anabolizantes, ao contrário do que ocorre em outros países, como os Estados Unidos, onde ela reside. A Instrução Normativa 55 de 01/12/2011, do Ministério da Agricultura, em seu artigo 1º, deixa clara essa proibição.

Aproveitamos para informar que respeitamos o direito de escolhas das pessoas. Nesse campo, também é preciso ter respeito a quem aprecia e consome carne bovina, reconhecida por especialistas como um alimento essencial para a composição de uma dieta saudável e equilibrada.

Em tempo: a cadeia da carne bovina brasileira é uma das mais importantes atividades do agronegócio brasileiro, responsável pela produção de 9,5 milhões de toneladas de proteínas animais, das quais 1,8 milhão de toneladas são exportadas com receita superior a US$ 6 bilhões/ano. O brasileiro é um apaixonado por carne bovina: o consumo interno gira em torno de 38 kg/hab/ano. Além disso, a pecuária é grande geradora de empregos, com mais de 4 milhões de postos de trabalho diretos.

O intenso processo de melhoria da produtividade da pecuária brasileira também é uma marca importante da atividade. Sendo mais eficiente, a pecuária usa menos terras e assim não invade áreas preservadas ou protegidas. Importante ressaltar que o pecuarista tem a obrigação de resguardar 20% de suas terras. Além disso, utiliza técnicas cada vez mais eficazes de bem estar animal, sem agressão aos bovinos. Numa outra ponta, utiliza insumos cada vez mais amigáveis, com baixos índices de resíduos e com respeito ao meio ambiente.

É importante ressaltar que os produtos utilizados para a alimentação e sanidade animal são aprovados por órgãos federais e passam por criterioso processo de validação antes de ser colocados à disposição dos produtores.

Caso  em algum momento o programa queira entender melhor a cadeia da carne bovina, teremos a máxima satisfação em contribuir.

 

Atenciosamente,

Alberto Pessina

Presidente do Conselho de Administração da Assocon